"Somos jovens como todos os outros, porém com um diferencial: Jesus! Dedicamos parte do nosso tempo com o blog War Friends para poder levar aos Jovens um bom alimento, e um conteúdo que lhe interesse. Todos os Sabados as 19:30h - Igreja Cristã Fé e Vida"
terça-feira, 25 de maio de 2010
CULTO NA PRAÇA - SABADO DIA 30 DE MAIO
“Há um grande trabalho a ser realizado, não somente onde temos igrejas já estabelecidas, mas também em lugares onde a verdade nunca foi inteiramente apresentada. Bem em nosso meio há pagãos, tanto como nas longínquas terras. O caminho deve ser aberto, a fim de que estes sejam alcançados pela verdade para este tempo; e este trabalho deve ser feito imediatamente.” .
A Equipe War Friends - Culto nas praças, foi organizado com o propósito de levar os membros e os interessados da igreja à maneira correta de evangelizar - de dentro para fora, isto é: sair do recinto fechado da igreja para pregar o evangelho ao mundo.
Desta forma, a preciosa luz do evangelho será disseminada e as pessoas terão oportunidade de ouvir, decidir pela verdade e ingressar nas fileiras do povo remanescente de Deus.
Venha participar você também, todo o ultimo sabado do mês. Neste sabado estaremos reunindo na Igreja Cristã Fé e Vida as 19:10 para irmos juntos para a Praça da Teleferico, proximo da igreja.
Todos estamos juntos e vestindo a blusa na cor BRANCA. Te vejo lá!!!
Ore vidas estarão se rendendo e prepare seu grande e caloroso abraço de boas vindas.
Em Cristo, Equipe War Friends
segunda-feira, 24 de maio de 2010
A LONGAMINIDADE – WAR FRIENDS – 22/05/2010
O FRUTO DO ESPIRITO SANTO - A LONGAMINIDADE – WAR FRIENDS – 22/05/2010
Gálatas 5:22-23 – II Pedro 1:3-11
Introdução
Longaminidade – É a paciência com as pessoas. É o exercício do perdão. Só pelo Espírito Santo é que podemos cumprir a lei que vai além do perdão e que foi escrita por Jesus em Mateus 7:12.
O EXEMPLO – Paciência Divina - Mateus 18:23-35
v.26 “se paciente comigo, e tudo te pagarei”. A parábola segue imediatamente após as instruções sobre aquilo que alguém deve fazer se um irmão pecar contra ele – Mateus 18:15-22 –
é a ordem que Jesus deu a Pedro. O seguidor de Jesus deve estar disposto a perdoar setenta vezes sete. numero ilimitado de vezes.
A parábola do servo imcompassivo ilustra a atitude divina para com o perdão, e para o nosso modo de tratar o próximo. O servo devia cerca de um bilhão de libras, soma esta que não há a mínima possibilidade de pagar, algo astronômico, foi por esse motivo que Jesus mencionou um valor muito alto para destacar a força do perdão.O servo pediu ao rei que fosse paciente com ele, pois tudo pagaria da sua divida. O rei fez muito mais do que isto, perdoou-lhe a divida toda.
Jesus conta uma parábola astronômica, algo impensável nas condições de saldar, isto quer dizer que quanto maior for o problema causado por alguém, deve ser perdoado, porque foi assim que Deus nos perdoou.
O EXEMPLO – A Atitude Humana
Imediatamente ter recebido o perdão de sua divida, o mesmo servo passa a exigir a devolução de uma soma de cem denários( talvez quatro ou cinco libras – o salário de um dia de trabalho)de um trabalhador que lhe devia, até mesmo o lança em prisão até que saldasse a divida, a despeito de o conservo lhe implorar paciência. O rei, ao ficar sabendo os verdadeiros fatos do caso, mandou prender o primeiro servo na prisão – v. 34 “até que lhe pagasse toda a divida” – v. 35 – “assim também meu Pai celeste vos fará, se do intimo não perdoardes cada um a seu irmão”. As pessoas que não perdoa serão excluídas da misericórdia de Deus.
ATITUDE EXIGIDA POR DEUS
Na parábola de Mateus 18, Jesus, mostra que a paciência humana tem que ter relacionamento com a paciência divina. Deus, na sua longaminidade, conserva aberta a porta para a vida eterna perdoando todas pessoas que o busca. I Tessalonicenses 5:14 – “sejais longaminos para com todos”
II Pedro 3:9 – Pedro frisa a longaminidade de Deus, no sentido dele não trazer o seu julgamento sobre os pecadores imediatamente após seus pecados. Pelo contrário, aguarda pacientemente o arrependimento deles. Da mesma forma como Deus é longamino para conosco, depois de cometermos vários pecados, assim também, é da vontade de Deus que sejamos longaminos com todas as pessoas, levando-as ao arrependimento junto a Deus e não exercer a prática do julgamento pelo erro cometido.
A LONGAMINIDADE É O TERMOMETRO ESPIRITUAL DO CRISTÃO
Efesios 4:1-3 – Atuar nos padrões destas palavras do apostolo Paulo, é cumprir a vontade de Deus. A longaminidade é a expressão do amor – I Corintios 13:4 – “a) - O Amor é paciente, b) - é benigno, c) - o amor não arde em ciúmes, d) – não se ufana (busca glorias), e) – não se ensoberbece (não despreza os outros)”. Essa é a maneira para medir o meu nível espiritual em Cristo.
Aplicação
Você é longamino com as pessoas que estão no pecado?
Qual seria a sua atitude com um irmão que está vivendo em prostituição?
Como você convive com uma pessoa que tem muitas dificuldades de entender a Palavra de Deus?
O que você faria se um irmão lhe maltratar?
Você consegue entender o amor de Deus para com os homens não destruindo imediatamente ao pecarem e sim tendo misericórdia aguardando o arrependimento?
Você julga as pessoas por suas atitudes diferentes das suas?
Obs:- Temos que desenvolver a longaminidade em nossas vidas porque é uma das qualidades do Espírito Santo, e Ele quer nos dar essa qualidade de ser longaminos.
Amo ministrar para vocês.
Marcielle Martins e familia
Equipe War friends
Gálatas 5:22-23 – II Pedro 1:3-11
Introdução
Longaminidade – É a paciência com as pessoas. É o exercício do perdão. Só pelo Espírito Santo é que podemos cumprir a lei que vai além do perdão e que foi escrita por Jesus em Mateus 7:12.
O EXEMPLO – Paciência Divina - Mateus 18:23-35
v.26 “se paciente comigo, e tudo te pagarei”. A parábola segue imediatamente após as instruções sobre aquilo que alguém deve fazer se um irmão pecar contra ele – Mateus 18:15-22 –
é a ordem que Jesus deu a Pedro. O seguidor de Jesus deve estar disposto a perdoar setenta vezes sete. numero ilimitado de vezes.
A parábola do servo imcompassivo ilustra a atitude divina para com o perdão, e para o nosso modo de tratar o próximo. O servo devia cerca de um bilhão de libras, soma esta que não há a mínima possibilidade de pagar, algo astronômico, foi por esse motivo que Jesus mencionou um valor muito alto para destacar a força do perdão.O servo pediu ao rei que fosse paciente com ele, pois tudo pagaria da sua divida. O rei fez muito mais do que isto, perdoou-lhe a divida toda.
Jesus conta uma parábola astronômica, algo impensável nas condições de saldar, isto quer dizer que quanto maior for o problema causado por alguém, deve ser perdoado, porque foi assim que Deus nos perdoou.
O EXEMPLO – A Atitude Humana
Imediatamente ter recebido o perdão de sua divida, o mesmo servo passa a exigir a devolução de uma soma de cem denários( talvez quatro ou cinco libras – o salário de um dia de trabalho)de um trabalhador que lhe devia, até mesmo o lança em prisão até que saldasse a divida, a despeito de o conservo lhe implorar paciência. O rei, ao ficar sabendo os verdadeiros fatos do caso, mandou prender o primeiro servo na prisão – v. 34 “até que lhe pagasse toda a divida” – v. 35 – “assim também meu Pai celeste vos fará, se do intimo não perdoardes cada um a seu irmão”. As pessoas que não perdoa serão excluídas da misericórdia de Deus.
ATITUDE EXIGIDA POR DEUS
Na parábola de Mateus 18, Jesus, mostra que a paciência humana tem que ter relacionamento com a paciência divina. Deus, na sua longaminidade, conserva aberta a porta para a vida eterna perdoando todas pessoas que o busca. I Tessalonicenses 5:14 – “sejais longaminos para com todos”
II Pedro 3:9 – Pedro frisa a longaminidade de Deus, no sentido dele não trazer o seu julgamento sobre os pecadores imediatamente após seus pecados. Pelo contrário, aguarda pacientemente o arrependimento deles. Da mesma forma como Deus é longamino para conosco, depois de cometermos vários pecados, assim também, é da vontade de Deus que sejamos longaminos com todas as pessoas, levando-as ao arrependimento junto a Deus e não exercer a prática do julgamento pelo erro cometido.
A LONGAMINIDADE É O TERMOMETRO ESPIRITUAL DO CRISTÃO
Efesios 4:1-3 – Atuar nos padrões destas palavras do apostolo Paulo, é cumprir a vontade de Deus. A longaminidade é a expressão do amor – I Corintios 13:4 – “a) - O Amor é paciente, b) - é benigno, c) - o amor não arde em ciúmes, d) – não se ufana (busca glorias), e) – não se ensoberbece (não despreza os outros)”. Essa é a maneira para medir o meu nível espiritual em Cristo.
Aplicação
Você é longamino com as pessoas que estão no pecado?
Qual seria a sua atitude com um irmão que está vivendo em prostituição?
Como você convive com uma pessoa que tem muitas dificuldades de entender a Palavra de Deus?
O que você faria se um irmão lhe maltratar?
Você consegue entender o amor de Deus para com os homens não destruindo imediatamente ao pecarem e sim tendo misericórdia aguardando o arrependimento?
Você julga as pessoas por suas atitudes diferentes das suas?
Obs:- Temos que desenvolver a longaminidade em nossas vidas porque é uma das qualidades do Espírito Santo, e Ele quer nos dar essa qualidade de ser longaminos.
Amo ministrar para vocês.
Marcielle Martins e familia
Equipe War friends
sábado, 22 de maio de 2010
MEU DEUS! CADÊ A PAZ???
Já parou pra se perguntar isto? Nestes dias de tanta violência e falta de amor, deveríamos nos questionar isto todas as manhãs e refrescarmos as nossas mentes… Vamos entender? Leia atentamente a seguir e descubra onde mora a paz… huahauha
A palavra “PAZ” é derivada do latim (Pacem = Absentia Belli – ausência de violência ou guerra). Já para a nossa famosa Wikipédia, a significado mais próximo é: “ausência de perturbações ou agitação, estado de calma ou tranquilidade”.
Legal… mas e ai? Onde tem resposta nisso tudo? Nenhuma!
Na verdade, a paz mora em lugar beeeeeeeeeeeeemmm perto de mim e de você quando queremos… a nossa paz mora em Deus! A Bíblia diz no livro de Jó 22:21:
“Apega-te, pois a Deus, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem.”
A sociedade de modo geral, ao contrário do citado acima, tem se desgarrado de Deus. Temos tentado conduzir e romper nossas vidas no capitalismo exarcebado, pensando que vamos conseguir por nós mesmos. Muitas vezes, chegamos a desprezar até mesmo quem esta ao nosso lado. Mas o conselho de Jó foi outro: precisamos nos agarrar em Deus! Apegar-nos a Ele e vivermos na convicção que a verdadeira paz só é originada de um lugar: Jesus.
O mundo tem o oferecido uma paz incompleta, vazia e ainda inconstante. Hoje vai tudo bem! Amanhã… Mas até quando? Podemos viver e desfrutar de uma paz completa que está em Jesus, preste atenção:
“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo.” João 14.27
Jesus deixou uma paz diferente da que o mundo oferece… algo completo, contínuo e eterno! Sem medo, temor! Nós podemos desfrutar desta PAZ todos os dias, pois Jesus não tem hora marcada… Ele é presente, sempre que nós estamos Nele e firmados na sua lei (Salmos 119.165).
A partir desta convicção e que conhecemos a verdadeira origem da paz, precisamos andar confiantes Nela. Afinal, se não a temos de Deus, acabamos desfrutando do que o mundão ai tem oferecido e isto não é a vontade de Dele. Deus deseja que estejamos em perfeita paz e com o propósito firme, confiando sempre que Jesus é a nossa Rocha Eterna (Isaias 26.3,4).
Agora temos um desafio! Sabemos de onde vem e temos a paz… porém somos responsáveis à levar paz aos que ainda não a conhecem. No livro de Mateus a Bíblia diz que os pacificadores são chamados de filhos de Deus. Temos a oportunidade de levar paz a todos que estão à nossa volta e mostrar que o não adianta buscar em outras fontes, pois mais cedo ou mais tarde, se revela a ausência da tranquilidade e calma.
Por isso… ta em guerra? Caus? Ausência de Tranquilidade? Só Jesus pode te dar a verdadeira paz, afinal Ele é o Príncipe da Paz… e lembre-se: você sempre pode levar paz às guerras a sua volta!
Fiquem agarradinhos em Deus ai e tenham muita paz!!!!
Deus te abençoe profundamente…
Hector Rocha.
RELAÇÃO DE MUSICAS - SÁBADO 15/05
Always - Hilsong United - CD
http://www.youtube.com/watch?v=LkPVe6zdLDU&feature=player_embedded
Celebremos com Dança - Hinário
Pupuri (Ouve-se o júbilo + Ele é o Leão da Tribo de Judá + Cantai Glória + Hosana nas Alturas) - Hinário
Se eu me Humilhar - Disco Praise - CD Se eu me Humilhar
http://www.youtube.com/watch?v=w_1a8349wng
Divulge nosso blog e evangelize atraves dele.
Um grande abraço em Cristo Jesus
Equipe WarFriends
terça-feira, 18 de maio de 2010
POR QUE É TÃO DIFICIL FAZER DIFERENTE?
Resolvi começar a semana com uma historinha bem interessante e inspiradora. Ela vem de uma famosa experiência realizada com macacos pra explicar por que temos tanta dificuldade em modificar processos preestabelecidos. Aqui vai:
Comece com uma jaula contendo cinco macacos. Dentro da jaula, pendure um cacho de banana numa corda e coloque uma escada debaixo dele. Em breve, um macaco irá até à escada e começará a subir em direção às bananas. Assim que ele tocar na escada, todos os outros macacos são pulverizados com água gelada. Após um tempo, outro macaco fará uma tentativa com o mesmo resultado, e todos os outros macacos são pulverizados com água gelada. Em pouquíssimo tempo os macacos tentarão impedir que isso aconteça.
Agora, deixe a água gelada de lado. Remova um macaco da jaula e substitua-o por um outro. O novo macaco vê a banana e deseja subir na escada. Para sua surpresa e horror, todos os outros macacos o atacam. Após outra tentativa e ataque, ele descobre que se tentar subir na escada, será atacado.
Em seguida, remova outro dos cinco macacos originais e coloque um novo. O recém-chegado vai à escada e é atacado. O novato anterior participa da punição com entusiasmo! Da mesma forma, troque o terceiro macaco, e o quarto, e o quinto.
Toda vez que o macaco mais recente chega à escada, é atacado. A maioria dos macacos que está batendo nele não tem idéia do porquê não é permitido subir na escada, ou por que está participando no espancamento do macaco novato. Depois de substituir todos os macacos originais, nenhum dos macacos restantes jamais foi pulverizado com água gelada. Apesar disso, nenhum macaco jamais se aproximará novamente da escada para tentar pegar as bananas.
E por que não? Porque, até onde eles sabem, é assim que as coisas sempre foram feitas por aqui.
Ajuda a entender muita coisa, não acham?
Via
Texto sugerido pelo Hugo - Levita War Friends.
Comece com uma jaula contendo cinco macacos. Dentro da jaula, pendure um cacho de banana numa corda e coloque uma escada debaixo dele. Em breve, um macaco irá até à escada e começará a subir em direção às bananas. Assim que ele tocar na escada, todos os outros macacos são pulverizados com água gelada. Após um tempo, outro macaco fará uma tentativa com o mesmo resultado, e todos os outros macacos são pulverizados com água gelada. Em pouquíssimo tempo os macacos tentarão impedir que isso aconteça.
Agora, deixe a água gelada de lado. Remova um macaco da jaula e substitua-o por um outro. O novo macaco vê a banana e deseja subir na escada. Para sua surpresa e horror, todos os outros macacos o atacam. Após outra tentativa e ataque, ele descobre que se tentar subir na escada, será atacado.
Em seguida, remova outro dos cinco macacos originais e coloque um novo. O recém-chegado vai à escada e é atacado. O novato anterior participa da punição com entusiasmo! Da mesma forma, troque o terceiro macaco, e o quarto, e o quinto.
Toda vez que o macaco mais recente chega à escada, é atacado. A maioria dos macacos que está batendo nele não tem idéia do porquê não é permitido subir na escada, ou por que está participando no espancamento do macaco novato. Depois de substituir todos os macacos originais, nenhum dos macacos restantes jamais foi pulverizado com água gelada. Apesar disso, nenhum macaco jamais se aproximará novamente da escada para tentar pegar as bananas.
E por que não? Porque, até onde eles sabem, é assim que as coisas sempre foram feitas por aqui.
Ajuda a entender muita coisa, não acham?
Via
Texto sugerido pelo Hugo - Levita War Friends.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Frutos do Espírito – DOMINIO PROPRIO - Ministração 01/05/2010
Frutos do Espírito – DOMÍNIO PRÓPRIO
LEVANTE MURALHAS, MAIORES QUE A DA CHINA
Você já pensou em criar seu próprio território e se proteger para ficar mais próximo dos Planos de Deus? Precisamos sempre erguer os muros do “Domínio Próprio” para conseguir alcançar essa realidade! Preste bastante atenção...
Quero começar esclarecendo... Deus retira o mal para colocar o bem! O tempo todo a Bíblia retrata de atitudes, hábitos e costumes que devemos abandonar em nossas vidas. Em contra partida, em todas essas situações a própria Bíblia propõe soluções para vencermos essas dificuldades. Observe:
“Fuja dos desejos da tua mocidade e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, com aqueles que, de coração puro, invocam o Senhor.” II Timóteo 2:22
Existe uma necessidade de abandono do mal, mas existe o caminho de solução para o bem! É claro assim, temos soluções propostas para nossas renuncias, basta fazermos a escolha correta.
No livro de Gálatas (5.16-24) a Bíblia retrata acerca das obras da carne e o Fruto do Espírito. Nós que temos Jesus em nossos corações, recebemos o carácter de Cristo (o que somos) e o FRUTO DO ESPÍRITO são 9 características que precisam ser expressas em nossa personalidade, que é a manifestação do nosso carácter. Deu para entender? Hauhaua
Gostaria de escrever acerca de uma destas características que é o DOMÍNIO PRÓPRIO. Que tarefa árdua não??? Mas lembre-se: Deus retira o mal para colocar o bem!
“Domínio Próprio é o governo dos próprios desejos; a habilidade de evitar excessos e viver dentro de limites saudáveis.”
Limites Saudáveis? O que seria isso?
Em todo tempo temos a oportunidade de viver os excessos em nosso cotidiano. Quando falamos de Domínio Próprio, é realmente permitirmos o governo de Deus em nossas vidas! Destacando que através de sua infinita misericórdia, Ele nos propõe esta característica para nos ajudar a viver não nos excessos e sim em limites saudáveis agradando e fazendo a vontade do nosso Criador.
O Domínio Próprio é exactamente o MURO DE LIMITE! É conhecermos em Deus até onde podemos ir sem cair em pecado. É exactamente governamos nossa personalidade dentro do padrão que a Bíblia ensina. Paulo já dizia: “Esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha ser reprovado.” (I Corintios 9.27 ) É exactamente nos esforçarmos para andar no Espírito e não na prática do pecado!
Entretanto, para alcançarmos o Domínio Próprio, precisamos pedir a ação direta do Espírito em três áreas de nossas vidas, que são elas:
CORPO – somos templos do Espírito Santo de Deus, devemos preservá-lo e cuidar muito bem dele, fugindo da prostituição, vícios e tantas outras coisas que possam derrubar o templo que é de Deus. (I Corintios 6.19)
PENSAMENTO – precisamos pedir que Deus que leve cativo nossos pensamentos e nossa mente seja ocupada somente pelo que é verdadeiro, nobre, correto, puro e amável, ou seja abandonar pensamentos impuros e de má conduta. (Filipenses 4.8; II Coríntios 10.5)
EMOÇÕES – não podemos sair por ai soltando os cachorros... kkkk Precisamos do governo de Deus também nas nossas emoções para não vivermos abatidos, rancorosos, cheios de ira e raiva; ou ainda desejando o que é errado. (Provérbios 16.32)
Portanto, estabeleça o MURO DO DOMÍNIO PRÓPRIO em sua vida hoje! Tome esta importante decisão... Deus vai ter ajudar a vencer estes intempéries e ser uma pessoa melhor!
“Como cidade com seus muros derrubados, assim é o homem que não sabe dominar-se.” Provérbios 25.28
Que seu muro seja maior que as muralhas da China! Hauahuah
Deus te abençoe grandemente!
Hector Rocha.
RELAÇÃO DE MUSICAS - SÁBADO 01/05
Ao erguermos as mãos - Aline Barros - CD Som de Adoradores
Seu sangue - Fernandinho - CD Uma Nova História
Meu alvo - Kleber Lucas - CD Meu Alvo -
Nada Além do Sangue - Fernandinho - CD Sede de Justiça
segunda-feira, 3 de maio de 2010
FRUTOS DO ESPIRITO - 1º AMOR - 17/04/2010
Para iniciarmos o estudo sobre frutos do espirito, torna-se necessário entermos a respeito de obras da carne:
As obras da carne Galatas 5.19-21 incluem:
(1) “Prostituição” imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.
(2) “Impureza” pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração.
(3) “Lascívia”sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência
(4) “Idolatria” a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra.
(5) “Feitiçarias”espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria.
(6) “Inimizades” intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.
(7) “Porfias” brigas, oposição, luta por superioridade.
(8) “Emulações” ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros.
(9) “Iras” ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas.
(10) “Pelejas” ambição egoísta e a cobiça do poder.
(11) “Dissensões” introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus.
(12) “Heresias” grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja.
(13) “Invejas” antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.
(14) “Homicídios” matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas.
(15) “Bebedices” descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.
(16) “Glutonarias” diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.
As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do reino de Deus, não terá salvação conforme galatas 5.21.
Após entenderemos as obras da carne, vejamos os Frutos do Espirito.
O FRUTO DO ESPÍRITO.
Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus.
O fruto do Espírito inclui:
(1) “Amor” o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca;
(2) “Alegria” a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo;
(3) “Paz” a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial;
(4) “Longanimidade” perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero;
(5) “Benignidade” não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor;
(6) “Bondade” zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade ou na repreensão e na correção do mal;
(7) “Fidelidade” lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade;
(8) “Mansidão” moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso;
(9) “Dominio próprio” o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza;
Liberdade limitada pelo amor - Galatas 5.13-15 "Porque vós, irmãos fostes chamados a liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião a carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor...."
Hoje falamos a respeito do primeiro fruto do espirito o AMOR.
Caros devemos saber se ainda não sabemos que motivos de lhes escrever tais coisas e podermos hoje nos reunir para aprendermos e ensinarmos a respeito de Deus deve-se inteiramente ao amor, o amor que Jesus tem por nós e é justamente o amor que ele espera de cada um de nós, o amor é chave para o cativeiro e a espada contra o inimigo, é a agua para aquele que tem sede...
Nosso Deus é um Deus de amor e através dele podemos todas as coisas...
O amor é o dom supremo - 1 Corintios 13.1-13
Amor - é o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca.
O amor é vinculo da perfeição - Colossenses 3.12-14.
Sede, pois, imitadores de Deus como filhos amados; e andai em amor, como também Cristou nos amou e se entregou a si mesmo por nós, cmo oferta e sacrificio a Deus, em aroma suave.
Continuaremos estudando os Frutos do Espirito durante os proximos cultos...
Um forte abraço.
Fernando Souza
Equipe War Friends
As obras da carne Galatas 5.19-21 incluem:
(1) “Prostituição” imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.
(2) “Impureza” pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração.
(3) “Lascívia”sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência
(4) “Idolatria” a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra.
(5) “Feitiçarias”espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria.
(6) “Inimizades” intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.
(7) “Porfias” brigas, oposição, luta por superioridade.
(8) “Emulações” ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros.
(9) “Iras” ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas.
(10) “Pelejas” ambição egoísta e a cobiça do poder.
(11) “Dissensões” introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus.
(12) “Heresias” grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja.
(13) “Invejas” antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.
(14) “Homicídios” matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas.
(15) “Bebedices” descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.
(16) “Glutonarias” diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.
As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do reino de Deus, não terá salvação conforme galatas 5.21.
Após entenderemos as obras da carne, vejamos os Frutos do Espirito.
O FRUTO DO ESPÍRITO.
Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus.
O fruto do Espírito inclui:
(1) “Amor” o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca;
(2) “Alegria” a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo;
(3) “Paz” a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial;
(4) “Longanimidade” perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero;
(5) “Benignidade” não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor;
(6) “Bondade” zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade ou na repreensão e na correção do mal;
(7) “Fidelidade” lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade;
(8) “Mansidão” moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso;
(9) “Dominio próprio” o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza;
Liberdade limitada pelo amor - Galatas 5.13-15 "Porque vós, irmãos fostes chamados a liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião a carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor...."
Hoje falamos a respeito do primeiro fruto do espirito o AMOR.
Caros devemos saber se ainda não sabemos que motivos de lhes escrever tais coisas e podermos hoje nos reunir para aprendermos e ensinarmos a respeito de Deus deve-se inteiramente ao amor, o amor que Jesus tem por nós e é justamente o amor que ele espera de cada um de nós, o amor é chave para o cativeiro e a espada contra o inimigo, é a agua para aquele que tem sede...
Nosso Deus é um Deus de amor e através dele podemos todas as coisas...
O amor é o dom supremo - 1 Corintios 13.1-13
Amor - é o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca.
O amor é vinculo da perfeição - Colossenses 3.12-14.
Sede, pois, imitadores de Deus como filhos amados; e andai em amor, como também Cristou nos amou e se entregou a si mesmo por nós, cmo oferta e sacrificio a Deus, em aroma suave.
Continuaremos estudando os Frutos do Espirito durante os proximos cultos...
Um forte abraço.
Fernando Souza
Equipe War Friends
terça-feira, 27 de abril de 2010
A ESSENCIALIDADE DO AMOR
Vivemos uma época em que as coisas periféricas da vida estão substituindo os conteúdos essenciais da fé cristã, desviando os crentes da prática de um cristianismo bíblico e simples. Hoje, um sem-número de demandas fazem com que nossa atenção, energias, dons e relacionamentos se desgastem nas notas de rodapé de uma religiosidade quase vazia.
Dentre as coisas essenciais da vida cristã, não há como perder de vista o amor. Preocupo-me quando apregoamos uma verdadeira espiritualidade, mas não amamos. Algo está muito errado quando a igreja não consegue chorar com os que choram ou quando nossos relacionamentos vão se tornando cada vez menos sinceros e mais utilitários. Parece que o mundo age com mais graça e misericórdia com o caído do que o povo de Deus, que deveria ajudá-lo a se erguer. Quando a igreja passa a definir sua experiência de fé a partir de seus ajuntamentos solenes, e não dos seus relacionamentos diários, é hora de parar e pensar sobre o que temos feito do Evangelho.
Ao escrever sua primeira carta à igreja de Corinto, Paulo reserva os capítulos 12 e 14 para explanar acerca dos dons espirituais, pois era um assunto de interesse e necessidade. Ali, o apóstolo elaborou um dos textos mais definidores da nossa fé, o de I Coríntios 13, que nos apresenta a centralidade do amor na vivência cristã. O escritor adverte a comunidade cristã sobre o risco de se construir uma igreja com aparência, forma e discurso espiritual, mas de fato carnal; uma igreja com a manifestação de dons espirituais, mas sem o essencial da fé. A mensagem é clara: o amor é superior aos dons. Sempre temo reler os três primeiros versículos deste capítulo, pois confrontam minha vida ao afirmar que posso ter dons espirituais, uma fé enorme ou praticar toda sorte de ações sociais e, no entanto, nada disso ser aproveitado caso seja feito sem amor. O amor, como aqui exposto, não é apenas superior aos dons, mas um marcador de nossa identidade cristã. Somos dele quando buscamos amar.
Isso significa que nossa vida em Cristo não pode ser definida puramente pelos dogmas que entendemos e aceitamos, por um lado, nem mesmo pelas experiências de espiritualidade que vivenciamos, por outro. Sem amor, uns e outras serão vazios de significado. Nossa vida em Cristo é definida pela presença do amor que não apenas é essencial como também é automanifesto. Para nosso temor e tremor, o Espírito descreve neste capítulo que o amor é perceptível, deixa marcas. Ele é prático, notável e visível. Ele é paciente, esperando pela hora oportuna para o outro; é benigno, fazendo com que a dor do vizinho seja também a nossa. Este amor não arde em ciúmes, portanto evita comparações e se nega a criticar o próximo. Torna-se, assim, impossível amar sem estas evidências, ou seja, sem que as marcas do amor sejam vistas pelos que passam pela mesma estrada que nós. Precisamos amar o próximo, no mínimo, para não criticá-lo. Este próximo, o outro, diferente de nós, é nossa base de testes, o cenário onde devemos aprender a praticar o ato mais sublime que vem do Pai.
O amor prova a espiritualidade. Somos naturalmente seres construtores de máscaras e tais máscaras tendem a esconder aquilo que é nitidamente carnal e vergonhoso. Assim, usando máscaras bem elaboradas, podemos falar sobre fé sem de fato crer; pregar contra o pecado sem intimamente repudiá-lo; expor sobre o amor e na manhã seguinte prejudicar o irmão. Um mecanismo que claramente prova nossa espiritualidade é este: atos de amor.
O oposto do amor também é evidente. Gera incrível tolerância com nossas próprias limitações e fraquezas e torna-se gravemente intolerante com o próximo. Desta forma, se alguém conversa com formalidade, é antipático; mas se nós o fazemos, somos respeitosos. Se alguém brada ao pregar, está sendo artificial. Se nós bradamos, contudo, é sinal de espiritualidade. Se alguém não faz algo, é preguiçoso; mas se somos nós que não fazemos, é porque somos ocupados. Se alguém contrai uma dívida, a nosso juízo é um irresponsável; contudo, se nós nos endividamos, é porque recebemos pouco. Se alguém discorda, é soberbo; mas, se nós discordamos, somos criteriosos.
Para nós, se alguém critica, ele o faz por estar tomado de inveja ou ciúmes. Se nós criticamos, no entanto, estamos sendo zelosos. Se alguém repete um sermão, está sendo desleixado; mas, se somos nós que incorremos nesta prática, é porque “Deus quer falar novamente ao seu povo”. Se alguém erra, pensamos assim: “Era de se esperar” – mas, se o erro é nosso, ora, errar é humano… Se alguém cai, temos pronta a opinião de que suas atitudes carnais já indicavam esta possibilidade. Mas se nós caímos, é porque o inimigo preparou-nos uma armadilha. Se alguém brinca, está sendo mundano. Se nós brincamos, somos informais. Se alguém ofende no falar, é descontrolado; se nós o fazemos, somos sinceros. E por aí vai. Sim, o amor testa a espiritualidade.
Do versículo nove em diante, vemos que o amor é um aprendizado. Eu era menino e agora sou homem; via de forma obscura e agora vejo claramente. Ou seja, amar é um processo, uma caminhada. Nós não nascemos amando.
Para amarmos devemos pedir que o Senhor nos ajude. O salmista, no Salmo 119.2, afirma que andará nos caminhos do Senhor quando Ele dilatar o seu coração. Precisamos de corações dilatados, abertos, prontos para amar. Peçamos ao Pai, pensando nos cenários diários de nossas vidas, dizendo: ensina-me a amar. Para amar precisarmos também nos desapegar daquilo que é incompatível com o amor. John Edwards, em seu livro Afeto religioso, nos fala sobre a incompatibilidade do amor com as palavras de agressão. Devemos nos desprender daquilo que pretere o amor em nossas vidas. Jamais amaremos enquanto nossa agenda diária estiver repleta de competitividade, ciúmes, falso zelo, comparações desnecessárias, soberba e agressões.
Lutero, citado por Mahaney em seu livro From Glory to Glory, nos disse que “esta vida, portanto, não é justiça, mas crescimento em justiça. Não é saúde, mas cura. Não é ser, mas se tornar. Não é descansar, mas exercitar. Ainda não somos o que seremos, mas estamos crescendo nesta direção. O processo ainda não está terminado, mas vai prosseguindo. Não é o final, mas é a estrada. Todas as coisas ainda não brilham em glória, mas todas as coisas vão sendo purificadas”.
Após pregar sobre os essenciais da nossa fé, na Igreja Konkomba de Gana em 1999, lembro-me que um dos crentes me procurou após o culto perguntando: “Por onde devo começar?” Fui para casa pensando nesta pergunta. No outro dia, o procurei e rapidamente encontrei-o embaixo de uma árvore rodeado por amigos em alegre conversa. Sentei-me ao seu lado e sussurrei no seu ouvido: “Comece procurando aquele com o qual você foi intolerante, e não amou como Cristo”. Após um minuto pensando, ele se levantou e saiu caminhando com passos curtos e lentos. Santa caminhada. Não é atitude fácil, mas certamente alegra o coração daquele que é Amor.
Ronaldo Lidório
Sugestão do Texto:
Hugo Leonardo - Ministro de Louvor ICFV
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